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profissionais olhando dashboard para ilustrar texto sobre gestão de riscos corporativos

Gestão de riscos corporativos: O que é, princípios e como fazer em 7 passos infalíveis

  • junho 21, 2021
  • Luiz Rossi
  • Sem Comentários

Última atualização em 07/11/2025

A gestão de riscos corporativos tornou-se um elemento essencial para a sustentabilidade e a resiliência das organizações, visto que ela permite identificar, avaliar e mitigar riscos que podem impactar os objetivos estratégicos da empresa, desde questões financeiras e operacionais até riscos reputacionais e regulatórios.

De acordo com o Global Risks Report 2025, publicado pelo Fórum Econômico Mundial, háum aumento significativo da percepção de riscos em múltiplas frentes — geopolítica, ambiental, tecnológica e social — e destaca que mais de 60% dos especialistas consultados preveem um futuro turbulento ou tempestuoso para os próximos dez anos.

Nesse contexto, a gestão de riscos não pode mais ser vista como uma função isolada ou reativa, mas sim como uma prática estratégica que precisa ser integrada ao processo decisório das empresas. Assim, a identificação, avaliação e mitigação dos riscos — sejam eles econômicos, ambientais ou cibernéticos — exige uma atuação coordenada entre setores e níveis hierárquicos.

Ao implementar uma gestão eficaz de riscos, as empresas não apenas protegem seus ativos e recursos, mas também promovem uma cultura de resiliência e inovação, o que possibilita a tomada de decisões mais informadas, a maximização de oportunidades e a minimização de perdas.

Se a sua empresa ainda não tem um processo claro de gestão de riscos, esse post é para você! Nele, vamos ensinar como fazer gestão de riscos na sua organização e ainda daremos um passo a passo para não errar. Vamos começar?

  • O que é gestão de riscos corporativos?
  • O que é um risco corporativo?
  • Quais são os 4 pilares da Gestão de riscos?
    • 1. Identificação de riscos
    • 2. Análise de riscos
    • 3. Tratamento de riscos
    • 4. Monitoramento e revisão
  • Como os riscos corporativos podem ser classificados?
    • 1. Risco Financeiro
    • 2. Risco Operacional
    • 3. Risco de Compliance
    • 4. Risco de Reputação
    • 5. Risco de Segurança da Informação
    • 6. Risco Estratégico
    • 7. Risco de Mercado
  • Quais os benefícios de fazer gestão de riscos corporativos?
    • Otimização dos investimentos
    • Respostas rápidas e eficientes aos eventos
    • Redução de prejuízos
    • Sobrevivência no mercado
    • Aumento nos lucros
  • Como implantar gestão de riscos corporativos em 7 passos
    • 1. Planejar a gestão de riscos
    • 2. Identificação e classificação dos riscos
    • 3. Análise qualitativa dos riscos
    • 4. Análise quantitativa dos riscos
    • 5. Planejamento de respostas
    • 6. Implementação de respostas
    • 7. Monitoramento
  • Como a consultoria da Euax pode ajudar na gestão de riscos dos negócios

O que é gestão de riscos corporativos?

Gestão de riscos corporativos é uma série de práticas que uma empresa adota para identificar os riscos aos quais a organização ou seus projetos estão expostos e criar planos de ação, como um plano de resposta a incidentes, para agir sobre eles.

Correr riscos é inevitável. Quando você se levanta cedo, corre o risco de sentir sono ao longo dia. Quando toma café, corre o risco de ficar ansioso demais. Quando vai até o escritório, corre o risco de pegar trânsito. Mas também tem o risco de ser produtivo, se deparar com a estrada livre e ainda encontrar um colega de escritório que você não via há bastante tempo. Se há riscos no nosso cotidiano, então imagine os que existem em uma grande empresa com objetivos bem traçados!

É aí que entra a gestão de riscos: ela ajuda a garantir que a corporação estará preparada para os diversos eventos que podem acontecer.

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O que é um risco corporativo?

Um risco corporativo é qualquer evento, condição ou situação incerta que, se ocorrer, pode impactar negativamente (ou positivamente) os objetivos estratégicos, operacionais, financeiros ou reputacionais de uma organização.

Esses riscos podem ter origens diversas — internas, como falhas de processos ou má gestão; ou externas, como crises econômicas, mudanças regulatórias, desastres naturais ou conflitos geopolíticos.

Apesar da ideia negativa que o termo passa, um risco não é necessariamente algo ruim. Na verdade, trata-se apenas de um evento que pode ou não acontecer e que vai impactar negativamente ou positivamente nos objetivos da organização. Ou seja, podemos dizer que um risco está sempre associado a uma incerteza.

O processo de gestão de riscos serve justamente para identificar esses eventos que podem acontecer e elaborar estratégias para evitá-los ou contorná-los (caso o risco seja negativo) ou aproveitá-los em favor da organização (caso o risco seja positivo).

De acordo com a ISO 31000 (norma internacional de gestão de riscos) para que a gestão seja eficaz, ela deve:

  • Criar e proteger valor;
  • Ser parte integrante de todos os processos organizacionais;
  • Fazer parte da tomada de decisões;
  • Abordar explicitamente a incerteza;
  • Ser sistemática, estruturada e oportuna;
  • Basear-se nas melhores informações disponíveis;
  • Ser sob medida;
  • Considerar fatores humanos da organização;
  • Ser transparente e inclusiva;
  • Ser dinâmica, interativa e capaz de reagir a mudanças;
  • Facilitar a melhoria contínua da organização.

Quais são os 4 pilares da Gestão de riscos?

A gestão de riscos corporativos se sustenta sobre quatro pilares fundamentais que, de forma integrada, possibilitam às organizações identificar, avaliar, tratar e monitorar ameaças e oportunidades. Esses pilares — Identificação, Análise, Tratamento e Monitoramento — estruturam o ciclo contínuo da gestão de riscos e promovem decisões mais conscientes, sustentáveis e alinhadas aos objetivos estratégicos do negócio.

A seguir, cada pilar é explorado com mais profundidade:

1. Identificação de riscos

O primeiro passo da gestão de riscos é reconhecer os eventos que podem afetar os objetivos da organização, seja de forma negativa (ameaças) ou positiva (oportunidades).

Essa análise envolve mapear riscos internos e externos, como falhas operacionais, mudanças regulatórias, crises econômicas ou desastres naturais.

A identificação deve ser realizada de maneira sistemática e envolver diferentes áreas da empresa, utilizando técnicas como brainstorming, análise de cenários e entrevistas com especialistas.

Um mapeamento eficaz garante que os riscos relevantes não sejam ignorados, servindo de base para as etapas seguintes.

2. Análise de riscos

Após a identificação, é preciso entender a natureza de cada risco. A análise envolve estimar a probabilidade de ocorrência e o impacto potencial, classificando os riscos conforme sua criticidade.

Essa avaliação pode ser qualitativa (com base em percepções e critérios descritivos) ou quantitativa (com apoio de dados, estatísticas e modelos numéricos).

O objetivo é priorizar os riscos mais relevantes e compreender suas causas, consequências e interdependências. Com isso, a organização consegue alocar recursos de forma eficiente para mitigar os riscos mais significativos.

3. Tratamento de riscos

Com base na análise, a organização define estratégias para lidar com os riscos, considerando sua tolerância e apetite ao risco. As opções de tratamento incluem evitar (eliminar a atividade de risco), mitigar (reduzir a probabilidade ou o impacto), transferir (compartilhar o risco por meio de seguros ou contratos) ou aceitar (assumir o risco conscientemente, quando ele está dentro dos limites aceitáveis).

A escolha da resposta adequada depende do contexto da organização, dos custos envolvidos e dos benefícios esperados. Por isso, essa etapa também exige o desenvolvimento de planos de ação claros e responsabilidades bem definidas.

4. Monitoramento e revisão

A gestão de riscos é um processo dinâmico, que deve ser continuamente acompanhado e ajustado. Dessa forma, o monitoramento visa verificar se as medidas de tratamento estão sendo implementadas de forma eficaz e se os riscos estão sendo mantidos dentro dos níveis aceitáveis.

Além disso, novos riscos podem surgir, e riscos existentes podem se transformar com o tempo. Portanto, a revisão periódica dos riscos, das estratégias e dos indicadores é vital para garantir que o processo de gestão de riscos continue alinhado às mudanças no ambiente interno e externo da organização.

Veja também o post sobre governança corporativa

Como os riscos corporativos podem ser classificados?

Os riscos corporativos abrangem várias áreas que podem impactar o desempenho e a continuidade dos negócios. Abaixo listamos as principais classificações:

1. Risco Financeiro

O risco financeiro está ligado a fatores que afetam a estrutura financeira da empresa, como taxas de juros, flutuações cambiais e mudanças de crédito. Esse tipo de risco pode resultar em perdas financeiras substanciais e comprometer a liquidez do negócio, afetando a capacidade de investimento e pagamento de obrigações.

Empresas que dependem de financiamento externo ou operam em mercados internacionais são mais vulneráveis a esse tipo de risco, pois estão expostas à volatilidade do mercado financeiro e à instabilidade econômica.

2. Risco Operacional

O risco operacional envolve falhas em processos internos, sistemas ou pessoas que impactam o funcionamento eficiente da empresa. Problemas operacionais podem resultar em interrupções, baixa produtividade e prejuízos financeiros.

A adoção de controles internos e práticas de compliance é essencial para mitigar esses riscos, assim como a utilização de ferramentas de automação de processos e melhoria contínua para reduzir erros e otimizar processos.

3. Risco de Compliance

Riscos de compliance surgem quando uma empresa não cumpre regulamentações, legislações e padrões éticos estabelecidos pelo setor ou pelas autoridades. A não conformidade pode levar a sanções, multas e até perda de licença para operar, além de comprometer a reputação da empresa.

Para reduzir esse risco, as organizações devem investir em programas de conformidade, treinamento contínuo e monitoramento regulatório, assegurando que todas as operações e políticas internas estejam em linha com os requisitos legais.

4. Risco de Reputação

O risco de reputação está associado à forma como o público e os stakeholders percebem a empresa. Qualquer evento negativo, como escândalos ou má qualidade de produtos e serviços, pode prejudicar a confiança e lealdade dos clientes e investidores.

Esse tipo de risco pode impactar diretamente a receita e a posição da empresa no mercado, uma vez que a reputação é um ativo intangível valioso. As empresas devem focar em transparência, comunicação eficaz e gerenciamento de crises para mitigar esse risco e manter uma imagem positiva.

5. Risco de Segurança da Informação

Esse risco está relacionado a ameaças à segurança digital, incluindo ciberataques, vazamentos de dados e roubo de informações confidenciais.

Em um mundo cada vez mais digitalizado, a segurança da informação é fundamental para proteger dados de clientes, estratégias empresariais e propriedade intelectual. A exposição a esse risco pode acarretar em danos financeiros e à reputação, além de perda de competitividade.

A implementação de sistemas de proteção, monitoramento proativo contínuo e educação dos funcionários, como a realização de campanhas de phishing é essencial para minimizar esses riscos.

6. Risco Estratégico

Riscos estratégicos decorrem de decisões que afetam diretamente o caminho e o crescimento da empresa, como lançamento de novos produtos, entrada em novos mercados ou mudanças no modelo de negócios. Erros estratégicos podem comprometer a rentabilidade e a posição de mercado, prejudicando a longevidade do negócio.

A gestão desse risco envolve análise de mercado e avaliação cuidadosa dos impactos das decisões estratégicas, além de adaptação rápida às mudanças de ambiente competitivo.

7. Risco de Mercado

Esse risco inclui variações nas condições de mercado, como mudanças na demanda dos consumidores, entrada de novos concorrentes e inovações tecnológicas. O risco de mercado pode afetar diretamente a receita e os resultados de uma empresa, exigindo que ela se adapte rapidamente às transformações do setor.

Para lidar com esse risco, é essencial monitorar o comportamento do consumidor, antecipar tendências e investir em inovação e diferenciação de produtos.

Quais os benefícios de fazer gestão de riscos corporativos?

Fazer gestão de riscos corporativos traz uma série de benefícios para a saúde da organização. Confira os principais:

Otimização dos investimentos

Conhecer melhor o terreno em que se está pisando é fundamental para otimizar os investimentos da empresa. Assim, ela estará pronta para investir nas oportunidades certas quando aparecerem, assim como alocar melhor os recursos conforme acontecerem mudanças no trajeto.

Respostas rápidas e eficientes aos eventos

Quando uma empresa não investe em gestão de riscos, ela pode ser pega de surpresa por eventos que prejudicarão o atingimento dos objetivos estratégicos. Em contrapartida, a gestão de riscos vai garantir que a empresa esteja pronta para esses eventos e possua respostas pré-planejadas, que serão aplicadas rapidamente e a ajudarão a sair vencedora.

Redução de prejuízos

Um evento negativo pode causar grandes prejuízos financeiros a uma empresa. Na verdade, alguns deles podem até levá-la à falência. Por mais que um evento negativo chegue a acontecer, os prejuízos decorrentes dele poderão ser reduzidos se a situação for gerenciada.

Sobrevivência no mercado

Dito isso, é possível concluir que a gestão de riscos corporativos é fundamental para a sobrevivência da empresa no mercado, ainda mais nos dias de hoje. Afinal, o mercado atual está em constante mudança, o futuro é de incertezas e a qualquer momento um baque pode acabar com o seu planejamento.

Aumento nos lucros

Por fim, um resultado da gestão de riscos é um aumento nos lucros, graças ao aproveitamento das oportunidades, à mitigação de riscos negativos e à gestão de crises. Em outras palavras, fazer gestão de riscos corporativos vai ajudar a melhorar os lucros da sua empresa.

Com todos esses benefícios, você já deve estar se perguntando como implantar a gestão de riscos corporativos na sua empresa, não é mesmo? Pois então siga a leitura, pois resumimos a implantação em 7 passos para você aplicar sem erro! Veja:

Como implantar gestão de riscos corporativos em 7 passos

1. Planejar a gestão de riscos

Essa primeira etapa consiste em definir a forma como os riscos serão gerenciados, incluindo metodologias, ferramentas, pessoas envolvidas etc. Você pode documentar tudo em um plano de gerenciamento de riscos, que deve ser atualizado conforme houver mudanças de cenário.

Reuniões e opinião especializada são importantes ferramentas nessa etapa. Além disso, a empresa pode utilizar lições aprendidas no passado para inspirar ações e diretrizes.

2. Identificação e classificação dos riscos

O segundo passo é identificar os riscos aos quais a organização está exposta. Esses riscos precisam ser classificados para que possamos trabalhar sobre eles adequadamente. Em geral, classificamos os riscos em internos e externos.

Riscos internos envolvem:

  • Pessoas;
  • Processos;
  • Tecnologia;
  • Conformidades;
  • Etc.

Riscos externos envolvem:

  • Economia;
  • Meio ambiente;
  • Sociedade;
  • Legislação;
  • Etc.

Uma ferramenta comumente utilizada nessa etapa é a Matriz SWOT. Esse framework é usado para desvendar as forças, oportunidades, fraquezas e ameaças ao seu negócio. Além dele, o diagrama de Ishikawa (espinha de peixe) também pode ajudar a descobrir a causa raiz dos problemas da empresa.

Matriz SWOT

imagem de um gráfico matriz swot
gráfico matriz swot

Análise de premissas, reuniões de brainstorming, revisões de documentação e opinião especializada também são algumas ferramentas que podem ser utilizadas na etapa de identificação de riscos.

3. Análise qualitativa dos riscos

Essa etapa consiste em priorizar os riscos identificados, levando em conta a probabilidade de realmente acontecerem e os impactos que cada um deles causará à organização. Também há outros fatores que podem ser analisados, como urgência e gerenciabilidade.

Além disso, também é preciso atribuir um responsável para cada risco. Essa pessoa terá o papel de planejar uma resposta eficaz e garantir que ela seja implementada.

Entre as principais ferramentas que podem ajudar nessa etapa, estão a matriz de probabilidade e impacto, gráfico de bolhas, entrevistas para coleta de dados, reuniões, opinião especializada, análise de dados e outras.

4. Análise quantitativa dos riscos

Essa análise avalia em números quais são os impactos que os riscos anteriormente priorizados poderiam causar nos objetivos da organização. Por exemplo, é possível aplicar técnicas para descobrir quanto tempo um projeto vai atrasar se determinado evento acontecer. Ou então, quanto dinheiro a mais a empresa terá que gastar se certo evento acontecer.

Essa análise requer dados de alta qualidade e pode ser feita com o auxílio de ferramentas como: simulação, análise de sensibilidade, análise da árvore de decisão, diagramas de influência etc.

5. Planejamento de respostas

Agora é hora de desenvolver estratégias, alternativas a ações para lidar com os riscos individualmente ou de forma agrupada. As ações adequadas dependem da relevância do risco e do orçamento disponível. A ideia é minimizar as ameaças, maximizar as oportunidades e reduzir a exposição geral da empresa aos riscos.

Podemos classificar o gerenciamento de riscos corporativos de acordo com o nível de gestão. Assim:

  • Gerenciamento de crises: esse nível é o clássico “apagar incêndios”, ou seja, agir sobre os riscos apenas depois que já se tornaram um problema.
  • Conserto de falhas: nesse nível, a empresa detecta e reage aos riscos rapidamente, mas apenas depois que os eventos já aconteceram.
  • Mitigação de riscos: nesse caso, a empresa planeja antecipadamente as ações, mas sem fazer nada para eliminar os riscos.
  • Prevenção: aqui, a empresa implementa e executa um plano de identificação e prevenção de riscos para evitar que eles cheguem a se tornar um problema.
  • Eliminação das causas: nesse nível, a empresa identifica e elimina os fatores que geram os riscos.
  • Aceitação: consiste em reconhecer e assumir os riscos, sem realizar nenhuma ação sobre eles. Pode parecer prejudicial, mas riscos podem ser aceitos quando representam uma oportunidade, são irrelevantes, são muito caros de resolver ou não é possível solucioná-los.

Lembre-se que nem todos os riscos são gerenciáveis, levando em conta que há limitações de tempo, dinheiro, recursos etc.

6. Implementação de respostas

Nessa etapa, será colocado em prática o plano de ação elaborado anteriormente. Essas respostas podem ser encaradas como projetos, então, as ferramentas que podem ajudar aqui são as ferramentas de gerenciamento de projetos, que ajudam a organizar o trabalho, obter indicadores e garantir o sucesso do projeto.

7. Monitoramento

Depois, acompanhe a exposição da empresa aos riscos, e esteja pronto para executar as respostas planejadas, quando necessário. O monitoramento também ajuda a identificar se as respostas estão sendo suficientes, se os riscos sofreram alterações e até se surgiram novos riscos. Ou seja, o trabalho de gestão de riscos é constante.

Essa etapa também inclui verificar o cumprimento dos processos de gerenciamento de riscos e a utilização das reservas de contingência. As principais ferramentas para a realização dessa etapa são as reuniões e auditorias.

Como a consultoria da Euax pode ajudar na gestão de riscos dos negócios

A consultoria em GRC (Governança, Riscos e Compliance) e Segurança da Informação da Euax pode ser um importante aliado na gestão de riscos empresariais ao implementar práticas que fortalecem a proteção de dados e a conformidade regulatória.

Com uma abordagem especializada, a Euax ajuda as empresas a identificar, avaliar e mitigar riscos que possam comprometer a segurança da informação e a continuidade do negócio.

O serviço inclui o desenvolvimento de políticas e controles de segurança, a criação de planos de resposta a incidentes e a definição de estruturas de governança que integram segurança e compliance. Dessa forma, a consultoria reduz vulnerabilidades e promove uma gestão de risco alinhada às melhores práticas e normas do mercado, garantindo maior resiliência frente às ameaças e maior confiança dos stakeholders.

Conheça agora mesmo a consultoria de GRC da Euax e proteja sua empresa!

Aproveite para conhecer também o SOC- Security Operation Center da Selbetti e garanta a segurança da sua empresa!

Luiz Rossi

Formado em economia pela FAAP e pós-graduado no ITA em Ciência da Computação. Possui uma carreira desenvolvida em empresas de serviços, instituições financeiras, indústrias e consultorias de negócios e de TI.

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